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Local Consulta: Biblioteca FPCE/UP
Contacto:ciie@psi.up.pt |
Artigos
referenciados nos projectos candidatos à FCT
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ARAÚJO. Helena, C., FONSECA, Laura., MAGALHÃES M.José (2002). "Em busca da interculturalidade entre mulheres ciganas e padjas na educação" in Revista ex aequo nº 7 Oeiras. Celta. pp 149-161.
ARAÚJO. Helena et all (2000). "Changing Feminity,Changing Concepts of Citizenship in Public and Private Spheres in The European Journal of Women's Studies London Sage Publications, Vol 7. pp 149-168.
CORREIA, José A. (s/d). "A Licenciatura em Ciências da Educação: Uma experiência na corrente contra a corrente" in Boletim da Reitoria da UP nº 2. .
CORREIA, José Alberto e Stephen R. Stoer (1995).
Investigação em Educação em Portugal, in Bártolo Paiva Campos (org.), A Investigação Educacional em Portugal, Lisboa: Instituto de Inovação Educacional, 53-75.
CORREIA, José Alberto (1998).
"Conferência de Abertura do 1º Congresso das Licenciaturas em Ciências da Educação", in Actas do lº Congresso da LCE :Ciências da Educação: Profissões e Espaços Sociais, Porto: FPCEUP, pp. 15-28.
FERREIRA, Manuela (2002) "Crescer e aparecer" ou ... para uma Sociologia da Infância" Editorial da Revista Educação Sociedade & Culturas nº 17. Porto. Ed. Afrontamento.
FERREIRA, Manuela (2002) "O Trabalho de Fronteira nas relações entre géneros em espaços de "brincar ao faz-de-conta" in Revista ex aequo nº 7. Oeiras. Celta, pp:113-128.
FONSECA, Laura (2002). "Revisitando culturas juvenis: investimentos de raparigas na escola" in Revista ex aequo nº 7 Oeiras. Celta. pp 85-98.
MAGALHÃES M.José (2001). "Dez Anos da APEM: percorrer vozes, significar os percursos" in Revista ex aequo nº 5 Oeiras. Celta.
ROCHA, Cristina, FERREIRA, Manuela (2002) "Aprender a ser rapaz entre rapazes e raparigas. masculinidades em duas escolas C+S do Distrito do Porto", Trabalhos de Antropologia e Etnologia, vol. 42 (1-2) Porto, Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, pp. 49-68
ROCHA, Cristina, FERREIRA, Manuela (2000). Changing professional practice: A sociology of childhood for the right of children to participate,CICE, Curricula for Citizenship in Europe. The Role of Higher Education, Conference Papers, University of Athens, pp.62-68
ROCHA, Cristina, FERREIRA, Manuela (2000) "Vou fazer 6 anos! Queres vir à minha festa? A Construção sócio-cultural do aniversário: valores, práticas sociais privadas e públicas em diferentes contextos sociais", in Actas do Congresso Internacional "Os mundos sociais e culturais da Infância" Vol III, pp. 356-372.
STOER, Stephen R. (1998). "Reflexões Críticas Sobre a Licenciatura em Ciências da Educação da FPCE-UP" in Actas do lº Congresso da LCE : Ciências da Educação: profissões e espaços sociais. Porto FPCE-UP. (282-292)
VAZ, Henrique M. (1998).
"Um olhar crítico sobre as instituições licenciatura, academia, docência, discência e emprego", in Actas do lº Congresso da LCE : Ciências da Educação: Profissões e Espaços Sociais, Porto: FPCEUP, pp. 351-355.
Livros
referenciados na avaliação trienal |
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A Escola para Todos e a Excelência Académica
António Magalhães e Stephen R. Stoer
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Este livro situa-se na continuidade do debate que, em 1998,
se iniciou com o livro Orgulhosamente Filhos de Rousseau e do
esforço para que este debate não se confinasse ao universo mais ou menos
estreito da academia. De facto nos últimos anos a discussão das opções
de política educativa ultrapassaram as fronteiras dos discursos dos
especialistas e ocupam um importante papel na praça pública.
Jornalistas, pessoas públicas, especialistas das mais diferentes áreas,
professores e cidadãos ocuparam espaços e tempos significativos em
jornais, televisões e rádios, emitindo opiniões, dando pareceres e
tomando posições acerca dos rumos que a educação em Portugal está a tomar
e acerca daqueles que deveria, a seu ver, tomar. Para o olhar sociológico,
esta mobilização é já, e por si só, motivo de grande curiosidade. Todavia,
o que lhe parece estar na base é o fenómeno, historicamente novo em
Portugal, da massificação da escolarização.
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Transnacionalização da Educação: Da Crise da Educação à "Educação" da Crise
Stephen R. Stoer, Luiza Cortesão e José A. Correia (Orgs.)
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Neste volume olha-se para o conceito de globalização através da janela da educação. Procura-se compreender uma situação que é cada vez mais generalizadamente referida como a crise da educação ou, mais especificamente, a crise de uma forma particular de educação identificada normalmente com o modelo escolar desta, a chamada "escola para todos". Esta crise da educação escolar coincide com a época de transnacionalização do campo da educação. Assim, os estudos incluídos neste volume, ao mesmo tempo que procuram compreender melhor o significado desta crise, tentam repensá-la à luz do processo de globalização. Este processo é, simultanea e contraditóriamente, uma força objectica capaz de limitar a "soberania normal" do sujeito (neste caso, a educação escolar) e um meio para promover a libertação deste. Neste volume a primeira situação é referida como a "crise da educação" e a segunda como a "educação da crise".
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Volume nº 6 da colecção Globalização:
Fatalidade ou Utopia?
Índice
- I - Globalização/Localização: O Processo Educativo e a Construção Social dos Agentes Educativos
- Capítulo 1
António Candeias: Processos de construção da alfabetização e da escolaridade: o caso português
- Capítulo 2
José Alberto Correia; Manuel Matos: Da crise da escola ao escolocentrismo
- II - Políticas Educativas e Novas Formas de Governação Numa Época de Transnacionalização
- Capítulo 3
António Teodoro: Organizações internacionais e políticas educativas nacionais: A emergência de novas formas de regulação transnacional, ou uma globalização de baixa intensidade
- Capítulo 4
Fátima Antunes: Os locais das escolas profissionais: Novos papéis para o Estado e a europeização das políticas educativas
- Capítulo 5
Ana Maria Seixas: Políticas educativas para o ensino superior. A Globalização neoliberal e a emergência de novas formas de regulação estatal
- III - Educação Inter/Multicultural e Reconversão dos Processos Locais de Socialização
- Capítulo 6
Stephen R. Stoer: Desocultando o voo das andorinhas: Educação inter/multicultural crítica
como movimento social
- Capítulo 7
Luiza Cortesão. gulliver entre Gigantes: Na tensão entre estrutura e agência, que significados para a educação!
- Capítulo 8
António Magalhães: O sindroma de Cassandra: Reflexividade, a construção de identidades pessoais e a escola
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Ser Professor: Um Ofício em Risco de Extinção? Reflexões sobre práticas educativas face à diversidade, no limiar do século XXI
Luiza Cortesão
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(...) no texto ir-se-à analisar questões de produção e reprodução do saber nos papéis desempenhados pelos professores e pelos investigadores, produção e reprodução essas que parecem confluir e interagir assumindo, eventualmente, algumas especifidades em cada um dos diferentes graus de ensino. (...)
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Índice
- Introdução
- Por detrás do "mal-estar" educativo ou a floresta que não deixa ver a árvore
O "mal-estar" educativo
A "culpa" da educação
- No Reino Unido
- Em Portugal
- Críticas igualmente violentas sobre situações bem diversas
O Objecto de ira das orientações neoliberais
O conceito (variável) de "bom professor" e de "educação de qualidade"
- A atenção e a indiferença à diferença
A dupla produção de conhecimento
Que práticas do professor? - Um possível quadro de análise
Cruzando o "quê", o "como" com o "quadro"
- Que adequação quando não se é indiferente à diferença?
Dispositivos de diferenciação pedagógica e a imprescindibilidade do professor
- Dispositivos de diferenciação pedagógica - Um conceito alargado
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Pioneiras na Educação: as professoras primárias na
viragem do século contextos, percursos e experiências, 1870-1933.
Helena C. Araújo
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Este estudo aborda o processo da construção do ensinar na escola primária em Portugal, como trabalho de mulheres, no período que decorre entre 1870 e 1933, procurando tronar visíveis percursos e subkectividades de professoras , revelando as suas identidades e experiências e as formas como lutaram, no seu quaotidiano, para dar sentido às vidas familiares e profissionais, com base em histórias de vida. Constitui-se como contributo para perceber não só o processo de "feminização" do ensino, que ocorre durante o período em estudo, mas também o do desenvolviemnto da escola de massas, processo caracterizado, no país, pela sua "precocidade" e também pelo conseito de "construção retórica da educação". As políticas de educaçõ são analisadas no final da monarquia e entre 1910 e 1933, procurando interrogar a "natureza" do Estado, na sua relação com o processo de construção da Escola de Massas e do ensinar como "trabalho de mulheres".
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Epistemologia Evolutiva e Teoria da Emergência: contribuição para uma perspectiva fundamental em biologia do comportamento
Marina Lencastre
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Resumo
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Índice
- Introdução : 1 - Posição do problema; 2 - Reducionismo e Emergentismo
- Capítulo I
Ontologia da redução e da emergência em biologia do comportamento
1 - Abordagem do problema 2 - As relações entre o acaso e a determinação 3 - Primeiras respostas à questão ontológica em biologia 4 - Conclusão geral da ontologia da redução e da emergência em biologia do comportamento
- Capítulo II
Epistemologia da redução e da emergência em biologia do comportamento 1 - Abordagem do problema 2 - Análise fenomenotécnica de alguns conceitos fundamentais em biologia 3 - Determinismo/indeterminismo, probabilidade/acaso e incerteza:as relações de causalidade da física à biologia
- Capítulo III
Metodologia da redução e da emergência em biologia do comportamento 1 - Abordagem do problema 2 - Distinções disciplinares 3 - Os métodos da redução e da complexidade em biologia do comportamento 4 - Epistemologia evolutiva e auto-determinação subjectiva:interfundação lógica e empírica da fenomenologia biológica e da epistemologia evolutiva animal e humana
- Capítulo IV
Comportamento e a evolução - o Darwinismo em questão 1 - O darwinismo e o método científico 2 - O neodarwinismo e o indivíduo 3 - O carácter a priori não evidente da selecção 4 - Descrição e explicação: a pretensa tautologia da teoria darwiniana 5 - A unidade pluralista do método darwiniano 6 - A cultura da cognição na perspectiva darwiniana 7 - A diferenciação da consciência ideal 8 - A epigénese como lugar da emergência ontogenética 9 - A direcção do tempo e a epistemologia 10 - Darwinismo e ciência do Homem
- Capítulo V
Os fundamento do darwinismo e a teoria da emergência 1 - A história natural 2 - A geologia 3 - A zoologia 4 - A evolução 5 - A botânica 6 - A psicologia evolutiva Conclusão geral sobre os fundamentos do darwinismo
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Solidões e Solidariedades nos Quotidianos dos Professores
José Alberto Correia e Manuel Matos
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(…) abordaremos o sofrimento ético dos professores. Ele constitui a expressão da impossibilidade de compatibizar, estabelecendo uma relação estável e consistente entre os referenciais, preferencialmente democráticos e promotores de uma cultura dos direitos, que estruturam a vida privada dos professores(…)
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Índice
- Introdução
- Solidões e conflitos de responsabilidade na profissão docente
- A formação contínua de professores: da lógica da formação ao descrédito profissional
- Do individualismo ao sofrimento profissional
- O "público" e o privado nas vivências profissionais
- A avaliação e o reforço dos dispositivos de controlo remoto da profissão
- Os manuais escolares: de instrumentos de trabalho à instrumentalização do trabalho docente
- Os tempos e as temporalidades da acção docente
- As figuras do sofrimento e do conflito profissional
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Salvar Corpos, Forjar a Razão
Maria Manuela Ferreira
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O presente trabalho procura compreender o processo de construção sócio-histórica da definição de criança (0-6 anos), a partir da análise de discursos do saber médico e pedagógico, produzidos entre 1880-1940, que asseguram a articulação da concepção de criança de " corpo são" coma criança de "mente sã". Este processo ocorre em simultâneo com transformações da estrutura política do estado e com a definição de uma política social que visava combater, por um lado, a mortalidade infantil e por outro, a ausência de uma educação infantil, através da invenção de novas formas de institucionalização e de novas profissões vocacionadas para estas idades, o que provocou efeitos sociais nas esferas pública e privada.
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Teorias a Práticas da Formação
Manuel dos Santos Matos
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A desconstrução de certas evidências no campo da formação contínua, com particular realce para a dos professores e educadores, pretende ser o contributo principal deste trabalho. Num tempo em que a formação contínua se apresenta como sendo a panaceia para todos os males do nosso tempo, o questionamento sobre os processos de formação em curso parece revestir-se do mais elementar bom senso, se é que não representa mesmo uma exigência ética, enquanto isso possa significar uma busca para o sentido da experiência social e profissional.
Com este desígnio, foram as "práticas de formação" sujeitas a um esforço analítico e crítico, onde o que se torna relevante é o ponto de vista da "formação das práticas". Mais do que um jogo de palavras, o que está em causa é o sentido e o modo como certas práticas de formação se tornam dominantes e como que auto-legitimadas, dispensando sumariamente toda a problematicidade, como se as necessidades de formação fossem ipso facto as necessidades dos formandos e do próprio sistema de formação. A génese deste processo, que faz radicar a sua pertinência na pergunta pelo sentido das práticas, isto é, pelas teorias que as enformam na sua relação com os modos concretos de existência social (pessoal e profissional), assume-se deste modo como a questão central do texto que se apresenta.
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Assistencia Social e Políticas Sociais em Portugal
Fernanda Rodrigues
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A Avaliação Formativa - Que Desafios?
Luiza Cortesão
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Area do Estudo Acompanhado
Ariana Cosme e Rui Trindade
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Explicitar os sentidos possíveis da Área de Estudo Acompanhado; compreender os pressupostos teóricos que legitimam a sua emergência e consagração legal; enunciar as hipóteses de acção concreta e os materiais pedagógicos capazes de apoiar e inspirar o desenvolvimento de um prjecto de intervenção neste campo; eis os propósitos do enquadramento teórico que se propõe
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Movimento Feminista e Educação
Maria José Magalhães
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(...) mostra-se como o movimento feminista reflectiu sobre a educação, discutindo-se, em particular, o papel da escola. Esta é considerada, por um lado, como o espaço mais democrático para as raparigas (por oposição ao trabalho e à família), e, por outro, como instituição transmissora de noções de subordinação feminista. Conclui com um apelo para que da crítica sejam retiradas as necessárias consequências na (re)formulação das políticas educativas e dos projectos locais desenvolvidos nas escolas.
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A Escola na Transição Pós-Moderna
António Magalhães
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O propósito que enforma este trabalho é o de procurar alguma orientação entre os discursos sobre educação e política educativa, nomeadamente no contexto português, no âmbito da condição económica, social, política e epistemológica emergente, que tem vindo a ser referida como pós-moderna. (...)
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Nem Todos podem ser Doutores?
António Magalhães
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A reacção "elitista" à massificação do Ensino Secundário.
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Os "Lugares Comuns" na Formação de Professores
José Alberto Correia
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O desenvolvimento da formação contínua de professores tem sido articulado com a necessidade de melhorar a eficácia do ensino e reduzir as "resistências" dos professores às mudanças introduzidas com as reformas educativas implementadas desde os anos 60. Ora a formação de professores como alíás a educação de um modo geral, estruturou-se em torno de lugares-comuns, entendidos não como simples banalidades, mas enquanto espaços e lógicas partilhados por um grupo de actores. Estes lugares-comuns desempenham um papel importante na estruturação das ideias sobre educação na medida em que ajudam à construção de consensos cognitivos no seio de uma comunidade, ancorando-os num conjunto de ilusões partilhadas, resultantes de um processo de ocultação de "evidências", que não são questionadas ou problematizadas. (...)
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A Nostalgia do Inefável
Natércia Pacheco e José Caldas
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Este trabalho é o resultado de uma necessidade de reflectir após tantos anos de prática de intervenção de um de nós como artista no seio da instituição escolar. Com efeito após uma experiência, em Itália, nos anos 80, e da sua continuação em escolas do Porto, em colaboração com outros artistas e professores, esta reflexão permite dar sentido a um conjunto de práticas que fazem parte de projectos de vida artísticos e educativos.
A Quinta Parede, associação que emerge dessa experiência, para além de dar um sentido colectivo ao conjunto dos trabalhos em desenvolvimento, permitiu continuar a alargar o debate à volta das questões mais urgentes na relação do artista com a escola.
Trata-se neste momento de dar ao público um conjunto de reflexões.Estas representam olhares múltiplos sobre as dinâmicas dessa já longa prática que reúne os companheiros dessa aventura. Diferentes caminhos aqui se entrecruzam; os percorridos por aqueles que vivenciaram essa experiência no corpo a corpo da prática quotidiana na escola e por aqueles que, no seu olhar "exterior", na sua escuta implicada, interiorizaram a aventura. (...)
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As Ideologias Educativas em Portugal nos últimos 25 Anos
José Alberto Correia
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Neste trabalho, procuramos caracterizar quatro modos legítimos de definir a educação - a definição política, a definição jurídica, a definição economicista e a definição organizacional - que inspiram outras tantas ideologias educativas - a ideologia democratizante e crítica, a ideologia democrática, a ideologia da modernização e a ideologia da inclusão - cujo papel na definição da educação deve ser realçado. Embora não cubram o conjunto das ideologias que estruturam o campo educativo em Portugal nestes últimos 25 anos, estas ideologias devem a sua notariedade ao facto de se terem instituído como referenciais mais ou menos estáveis e coerentes em torno dos quais as restantes ideologias educativas se tiveram de reconverter para garantirem o seu protagonismo.
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O Arco Iris na Sala de Aula?
Luiza Cortesão
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Após uma muito breve referência a diferentes modos como têm sido interpretadas as causas do insucesso escolar, procura-se demonstrar que a maioria dos critérios, habitualmente usados na organização de turmas, conduz quase inevitavelmente a que estas sejam constituídas por grupos relativamente homogéneos de alunos.(...)
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As Escolas do Ensino Básico como Espaços de Formação Pessoal e Social
Rui Trindade
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Neste livro discute-se tanto a natureza e a configuração dos projectos de formação pessoal e social nas escolas do Ensino Básico, como a possibilidade de estas escolas se assumirem hoje, como espaços capazes de contribuir para o desenvolvimento pessoal e social dos seus alunos. (...)
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"Levantando a Pedra" Da Pedagogia Inter/Multicultural à Políticas Educativas numa Época de Transnacionalização
Stephen R Stoer e Luiza Cortesão
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Quando alguém se passeia na praia, na maré vaza, e os seus olhos se prolongam preguiçosamente, pela areia e pelas rochas, poderá admirar a água fria que lambe rochedos recobertos de algas verdes, escorregadias cem como as algas coralinas, os balanus, os anelídeos, mesmo os pequenos bivales que os recobrem. (...)
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Formação de Professores Da racionalidade instrumental à acção comunicacional
José Alberto Correia (org) Amélia Lopes e Manuel Matos
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Tal como no início dos anos 60, este final de século parece ser marcado pelo regresso do mito da formação contínua. Este regresso não é no entanto, uma mera reposição de uma problemática originariamente associada ao usufruto de um direito reivindicado, originariamente associada à promoção da cidadania, ao desenvolvimento da qualificação dos indivíduos e ao usufruto do seu direito à mobilidade social (...)
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Projecto CRIA-SE Educar e formar para a criatividade
Agostinho Ribeiro, Amélia Lopes, Fátima Pereira, Luísa Barbosa, Manuela Fidalgo e Marília Sousa
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O Projecto CRIA-SE visou promover a "Educação para a criatividade". A ideia que preidiu ao seu desenvolvimento foi decididamente, a de actuar junto de educadores de infância e professoras do ensino básico no sentido de despoletar um processo de alteração das suas práticas educativas, colocando a "cultura" da criatividade no centro das suas preocupações pedagógicas.
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Nos Bastidores da Formação
Luiza Cortesão (Coordenadora) Carlinda Leite, Rosa Madeira, Rosa Nunes e Rui Trindade
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Com o presente trabalho procura-se contribuir para o conhecimento dos serviços e instituições portuguesas que estarão mais vocacionadas para actuar no domínio da formação de adultos para a diversidade. Em particular, pretendeu-se avaliar se esses serviços e instituições contribuem para preparar profissionais e outros cidadãos para viver e trabalhar tendo em conta a heterogeneidade crescente da população residente no País. Da a heterogeneidade crescente da população residente as práticas de formação inter e/ou multicultural, procura-se ainda analisar a natureza dessa formação.
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Pensar o Ensino Básico
Rui Trindade, Ariana Cosme e António Baldaia
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O Ensino Básico, tal como a Lei de Bases do Sistema Educativo o configura, ainda não existe.Alargou-se o período referente à escolaridade obrigatória, mas continuamos a defrontar-nos com um conjunto de interrogações(...)
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Para Uma Teoria Crítica em Educação
José Alberto Correia
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A instabilização dos modernos sistemas educativos é o objectivo central deste trabalho. Admitindo que a crise da modernidade educativa é também uma crise dos modos de se pensar a educação e dos modos como se relacionam os diferentes "discursos" que constroem e reconfiguram os fenómenos educativos, o autor propõe uma digressão histórico-epistemológica sobre a construção da moderna cientificidade educativa, situando-a num espaço de controvérsia e procurando "discernir" nas suas fragilidades um conjunto de vantagens acrescidas susceptíveis de reconfigurarem uma recientifização do campo educativo construída em trono de uma racionalidade comunicacional crítica e emancipatória. (...)
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Na Floresta dos Materiais Catálogo analítico de materiais de formação para a diversidade
Luiza Cortesão (coordenadora) Gabriela Trevisan, Maria José Araújo, Maria Lisete Almeida, Preciosa Fernandes e Rui Trindade
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Com o objectivo de ajudar formadores a organizarem o seu trabalho, elaborou-se este "catálogo analítico de materiais de formação para a diversidade". Ele consta, essencialemente, de um conjunto de fichas de análise de materiais diversos (livros, artigos, vídeos e até cartazes). Mas, apara além disso, as fichas são precedidas de considerações teóricas que alertam para a importância de, no trabalho de formação se abandonarem atitudes, aparentemente neutras, de "daltonismo cultural" e/ou de etnocentrismo, e se adoptarem posturas de vigilância crítica às ameaças da progressão de racismo que se começaram a fazer sentir entre nós.
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Avaliar a Avaliação
Carlinda Leite, José Pacheco, Elisabete Moreira, Manuela Terrasêca, Angelina Carvalho e Adelaide Jordão
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No sentido de atribuir à avaliação o destaque que ela merece na educação escolar, apresenta-se, neste caderno, um Avaliar a Avaliação que se desenvolve em torno des seguintes aspectos: evolução do pensamento avaliativo; práticas de avaliação que têm caracterizado o nosso Sistema Educativo; experiências de avaliação que estão a decorrer nos ensinos básico e secundário e reprensentações que delas têm os professores.
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Orgulhosamente Filhos de Rousseau
António M. Magalhães e Stephen R. Stoer
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No Inverno de 1997, a educação e o sistema de ensino assumiram, em Portugal, uma súbita visibilidade pública. Académicos, educadores, professores, políticos, fazedores de opinião, etc., iniciaram e sustentaram uma mais ou menos acalorada polémica acerca do estado actual do sistema educativo português, da sua filosofia e acerca do papel desempenhado pelos seus principais actores. Subitamente?. (...)
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Educação, Estado e Desenvolvimento em Portugal
Stephen R Stoer
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É uma colecção de quatro trabalhos que pretendem ser uma reflexão sociológica sobre o que se passou no campo da educação durante e depois da revolução do 25 de Abril de 1974. Começando com uma crítica das posiçõs pedagógicas tomadas como certas por muitos educadores portugueses durante o período revolucionário, a obra também inclui análises dos efeitos da revolução sobre a reforma Veiga Simão, da relação entre a educação e o desenvolvimento em Portugal e do papel específico das organizações internacionais - tal como o Banco Mundial - nesse desenvolvimento.
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Educação, Ciências Sociais e Realidade Portuguesa: Uma abordagem Pluridisciplinar
Stephen R. Stoer (Org.)
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Esta antologia de textos pretende, em primeiro lugar, reunir uma diversidade de "olhares" sobre o processo educativo em Portugal, "olhares esses que se repartem entre a sociologia, a história, a psicologia social, a pedagogia e a ciência política. Em segundo lugar os textos aqui apresentados visam ser contributivos, através de material novo e original, para o debate da especificidade da realidade educativa portuguesa. E num momento de "Reforma Educativa" dificilmente se pode substimar o papel desta contribuição.(...)
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Manuais Escolares Inovação ou tradição?
José Rafael Tormenta
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Os manuais escolares representam actualmente o meio de ensino mais utilizado no mundo. O manual assume as funções de informação, de estruturação e de organização da aprendizagem e de guia do aprendente. Concebido para o aluno, surge muitas vezes em função do próprio professor. E é a partir dos manuais que o professor planifica as suas aulas e organiza as actividades dos alunos. Por vezes os manuais funcionam como se fossem o próprio programa da disciplina. (...)
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Inovação Pedagógica e Formação de Professores
José Alberto Correia
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A reflexão em torno da problemática da inovação pedagógica e da formação de professores é um facto relativamente recente. Ela emerge com a crise dos sistemas de ensino, particularmente visivel a partir da segunda metade da década de 60, e tem conduzido à produção de discursos que não primam pela precisão conceptual mas conduzem a uma explicitação clara dos pressupostos que estruturam estes discursos.(...)
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Sociologia da Educação Tecnológica
José Alberto Correia
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A crise dos mundos da formação e do trabalho, bem como a crise dos mecanismos clássicos que asseguravam a relação entre ambos, parece ser hoje concensualmente aceite. O apelo ao estreitamento das relações entre ambos, é um dos automatismos caracteristicos do "discurso político" sempre que é chamado a pronunciar-se sobre um conjunto de problemas sociais como a marginalidade, o desemprego juvenil ou a modernização dos tecidos económicos.(...)
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A Sociologia na Escola Professores, Educação e Desenvolvimento
António Joaquim Esteves Stephen R. Stoer (orgs.)
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O projecto de elaboração de uma antologia de textos de sociologia da educação não é um acontecimento isolado e gratuito que possa ser entendido e justificado sem ter em conta o contexto de desenvolvimento da comunidade científica, dos profissionais mais directamente envolvidos ou das políticas estatais relativas a esses sectores sociais. (...)
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Escola, Sociedade, Que relação?
Luiza Cortesão
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O facto de se estar consciente da íntima relação que existe entre os acontecimentos sociopolíticos e os que ocorrem a nível da educação é uma das aquisições mais importantes que podem surgir na formação de um professor. Na realidade, é fundamental que ele seja capaz de decifrar sifnificados de acontecimentos que se vão verificando no sistema educativo, para que possa, conscientemente, optar por uma forma de actuação na sua actividade profissional em vez de ser conduzido a actuações de cujos efeitos se não dá conta (...)
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Pensar a História Repensar o seu Ensino A Disciplina de História no 3º ciclo do Ensino Básico: Alguns princípios orientadores da metodologia de ensino
Margarida Louro Felgueiras
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Esta obra, como o próprio titulo nos sugere, propõe-nos uma reflexão aprofundada sobre as relações entre as determinantes inscritas na estrutura de um ramo de um saber científico e as que são específicas no campo educativo e aos ramos do saber que o estudam. (...)
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A Escola Primária: Entre a imagem e a memória
Rogério Fernandes Margarida Louro Felgueiras (orgs.)
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Os textos apresentados, nesta obra, representam um contributo de alto valor científico e cultural, uma vez que se trata, entre nós, de uma reflexão pioneira, interligando a área da museologia e da história da educação(...)
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Acção Local e Mudança Social em Portugal
Fernanda Rodrigues e Stephen R. Stoer
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Em anos recentes as políticas públicas têm colocado particunfase no nível local. Entre outras, tem-se desenvolvido tentativas de transferir ou fazer suplementar os serviços de bem-estar, designadamente através do apoio reforçado ao sector privado voluntário. Nesta mesma lógica, vem-se enfatizando o interesse em conhecer o potencial contributo de grupos e organizações locais ou mesmo de redes de apoios mais informais. (...)
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Entre Parceria e Partenariado Amigos amigos, negócios à parte
Fernanda Rodrigues Stephen R. Stoer
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O Em muitos programas nacionais e da União Europeia de promoção da coesão social e de combate à pobreza, ao desemprego e à exclusão social, o estabelecimento de parcerias ganhou, nos últimos anos, importância crescente. O termo partenariado tornou-se uma palavra-chave na Europa, à semelhança de outras como subsidariedade, solidariedade e participação. Na sequência de um trabalho anterior onde se estudou o papel de grupos de cidadãos nos processos de mudança económica e social a nível local, a Fundação Europeia para a Melhoria de Condições de Vida e do Trabalho patrocinou uma nova investigação transnacional com o objectivo de conhecer e analisar o desenvolvimento dos partenariados locias.
No estudo português apresentado neste livro, a análise permitiu identificar, por um lado, a história recente da cooperação para o enfrentamento dos problemas sociais e, por outro, os aspectos formais e informais da cooperação em acção, na perspectiva dos vários agentes-parceiros. Identificam-se dois modelos de acção colectiva, o "partenariado" e a "parceria", os quais, numa oscilação dinâmica, delimitam o conteúdo da cooperação no contexto português.
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Professores e Identidade
Amélia Lopes
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A população docente é maioritariamente composta por mulheres, mulheres que terão, também maioritariamente, uma visão feminina da profissão e da vida. Podendo não ser à partida melhor nem pior, esta visão introduzirá, no entanto, algumas particularidades no modo do exercício profissional das professoras. Este livro pretende contribuir para o debate sobre os contributos do ensinar no feminino para a inovação educacional. Para isso, faz-se a história da entrada das mulheres no ensino e caracteriza-se a identidade social de um grupo de professoras estudado na época de 90.
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O Fio da Meada
Manuela Ferreira
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Conferir espaço à criança para que ela seja agente de educação, mais do que respeitá-la como sujeito com individualidade própria, é reconhecer-lhe o seu poder. Poder pessoal para agir sobre si própria na relação com os objectos e os outros seus iguais, sobre os adultos, sobre a conunidade, interferindo, modificando - contribuindo para a instalação de um diferente sistema de relações humanas. Falar en diferente sistema de relações humanas nomeadamente as relações educativas, implica igual e necessariamente falar do educador - da sua pessoa, do seu papel! É através de uma observação participada e reflectida ao londo de todo um ano lectivo, que a vida no Jardim de Infância foi revelado...
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Educação e Diferença Valores e Práticas para uma Educação Inclusiva
David Rodrigues (Org)
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Este Livro contém um conjunto de textos de vários autores : David Rodrigues, Stephen Stoer, António Magalhães, Luiza Cortesão, Edgar de Pereira Gonçalves, Raul Itúrra, Seamus Hegarty, Alvaro Marchesi, Cliff Warwick, Luis Miranda Correia e Helena Costa Araújo. São o suporte das conferências que os autores proferiram no ciclo de conferências "Educação e Diferença", que foi organizado no âmbito do Curso de Mestrado em Educação Especial organizado na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, entre Janeiro e Maio de 1999.
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Culturas Juvenis, Percursos Femininos Experiências e Subjectividades na Educação de Raparigas
Laura Pereira da Fonseca
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Este livro, partindo de uma pesquisa cultural biográfica com raparigas, interroga e alarga o conhecimento existente acerca de culturas juvenis e transições. Analisa experiências e subjectividades de jovens de classe trabalhadora urbana, mostrando como classe, género e local de residência têm moldado formas de desvantagem e, também, formas femininas particulares de encontrar um lugar para si próprias.
Procura-se trazer as vozes e perspectivas das raparigas acerca do mundo familiar e do bairro, da escola, da formação profissional, do trabalho e do lazer, por forma a perceber as pressões de que são alvo, assim como as possibilidades e energias que mobilizam para (re)fazer a vida nos seus próprios termos.
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Aprender a Ler da aprendizagem informal à aprendizagem formal
Fernanda Leopoldina Viana Maria Margarida Teixeira
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"... a obra constitui-se como um roteiro-síntese das pesquisas e perspectivas teóricas quen fundamentam o conhecimento actual sobre a aprendizagem da leitura, procurando equacionar as principais questões que o ensino da decifração tem colocado ao longo dos tempos e relacioná-las com as diferentes abordagens, mais ou menos fónicas, globais ou mistas, que as metodologias pedagógicas têm experimentado. Mais importante do que a adopção clubistica de um método para iniciar formalmente a ler, a vasta revisão da literatura apresentada pelas autoras parece apontar para a necessidade de ajudar a criança a analisar a linguagem oral e a aceder ao principio alfabético que codifica esta mesma forma de linguagem, não esquecendo que o conteúdo a ler deve conter um significado produtivo e estimulante para o jovem aprendiz de leitor."
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Libertar o Desejo, Resgatar a Inovação A construção de identidades profissionais docentes
Amélia Lopes
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Com o intuito de conhecer, por dentro, o processo de construção de identidades profissionais docentes, este livro traduz-se do ponto de vista empírico, em quatro estudos de caso de professoras num grupo de formação e numa escola concreta e, do ponto de vista teórico, numa mobilização alargada, sistemática e profunda de teorias, ideias e epistemologias sobre os problemas de identidade no mundo contemporâneo.
Constatando que as crises de identidade na docência, náo só são inseparáveis de outras crises de identidade de hoje, como correspondem ao núcleo central dessas crises - crises das relações sociais da sociedade moderna -, a autora constrói uma macro-argumentação sobre as vias para a construção de novas identidades docentes, alimentada por indagações no mundo empírico e no mundo das ideias. A noção de "construção de identidades sociais e profissionais" para a "a mudança real" (Dubar, 1995) estrutura a argumentação.
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O Currículo e o Multiculturalismo no Sistema Educativo Portugês
Carlinda Leite
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Este trabalho pretende analisar a forma como o multiculturalismo tem vindo a ser contemplado nas políticas educativas, na Reforma Curricular e em Projectos da responsabilidade da administração central.
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Ser Professor Num Contexto de Reforma
Carlinda Leite Manuela Terrasêca
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Este trabalho tem origem num curso, destinado à formação de formadores, que as autoras conceberam e realizaram (no âmbito de acções apoiadas pelo Fundo Social Europeu), pretendendo ser um contributo para o novo espírito da Reforma Educativa. Utilizando uma organização propiciadora de reflexões individuais e/ou em grupo, apresenta facetas que configuram o Ser Professor na Escola de Hoje, mas que até agora, têm sido pouco enfatizadas: O/A Professor/a Animador/a; O/A Professor/a Educador/a; O/A Professor/a Investigador/a.
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A ESCOLA PODE ESPERAR
Agostinho Ribeiro
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Através de um conjunto de doze textos, que correspondem a outras tantas intervenções públicas protagonizadas pelo autor ao longo dos anos, esta obra confronta-nos, num primeiro momento, com uma reflexão pertinente e actual quer sobre a dimensão educativa e social dos jardins-de-infância, quer sobre os sentidos das sinergias a construir com as escolas do lº Ciclo do Ensino Básico e, em geral, com o universo escolar propriamente dito. É, então, na sequência desta reflexão sobre a singularidade da acção educativa, que acontece no âmbito da Educação Pré-Escolar, que o autor nos desafia a pensar, num segundo momento, sobre problemáticas como as da educação e formação para a criatividade ou, também, a do estatuto do imaginário no seu da Escola e da própria reflexão da Escola.
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Uma Formação em Círculo Um Sentido no Presente... Um Sentido no Futuro
Preciosa Fernandes, Maria de Lurdes Dias, Orquídea Neves e Maria Lisete Almeida
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Tendo como temática central "As Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar e a articulação dos Projectos Curriculares com o Projecto Educativo", este projecto construiu-se numa lógica de formação ligada a contextos de trabalho, assente num projecto de reflexão sobre as práticas e de partilha de experiências e saberes.
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Jogos e Contos numa Educação para a Cidadania
Carlinda Leite e Maria de Lurdes Rodrigues
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É reconhecida a importância dos jogos e da chamada "literatura para a infância" para o desenvolvimento da criança, pela fantasia que transportam, pelo imaginário que estimulam e pelas situações-problema que "ensinam" a resolver. Mas, como também tem sido reconhecido, alguns contos e jogos podem ser fonte de uma violência simbólica e podem favorecer a inculcação de preconceitos ou reforçar atitudes individualistas, pelas ideologias e valores que transmitem. Neste livro, dá-se conta de processos que fazem dos jogos e contos meios de uma educação para a cidadania e da vivência da cidadania.
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Área de Projecto
Ariana Cosme e Rui Trindade
A área de projecto é um novo espaço curricular carregado de promessas e potencialidades. E, no entanto, muitos podem perder-se por défice de compreensão dos pressupostos e das possibilidades de acção. Nesta parte da obra, os autores fazem uma revisão breve das implicações pedagõgicas e organizacionais desta novaárea, inventariam os recursos e as modalidades de desenvolvimento, descrevem os conte~udos, as actividades e os dispositivos possiveis para uma renovada intervenção educativa. Um glossário de termos-chave e um anexo com um roteiro para a construção de dinâmicas de formação completam esta parte.
Colecção: Teoria/Prática
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Actas do Congresso das Licenciaturas em Ciências da Educação
Livro de Actas do Congresso das Licenciaturas em Ciências da Educação realizado na FPCE-UP
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Desenhos do Desenho
Livro de Actas do Seminário "Os Desenhos do Desenho", realizado na FPCE-UP
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Acção Social na Área da Exclusão Social
Fernanda Rodrigues (Coord.)
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